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sexta-feira, 4 de março de 2011

Falsos Amigos

   Sabe aqueles dias que tudo parece dar errado???Chuva, nota baixa, dentista...E ainda por cima vc tem que encontrar amigos que pra vc são mto importantes e verdadeiros mas que quando perto de outros se tornam frios, falsos, desprezíveis, grossos, que te zoam e que te paparicam por puro interesse??ISSO ME IRRITA DEMAIS...Mas o bom desses episódios é que vc pode perceber quem as pessoas são de verdade...

     Ou então vc encontra aqueles amigos que sempre te apoiam, te escutam e te dão conselhos mas que de uma hora pra outra ficam te menosprezando, te dando patada e pensando que vc é trouxa a ponto de aceitar e não perceber o que está acontecendo em volta de vc???ESSES AMIGOS, QUE NEM AMIGOS SÃO, DEVERIAM PERCEBER QUE O MUNDO NÃO É FEITO DE IDIOTAS E TROUXAS e que ninguém está no mundo pra levar patadas e que uma hora as pessoas se cansam e acabam deixando de lado aquelas amizades e as transformando em PEDRAS.
   Além disso se vc tem vontade de falar tudo o que pensa para esse falso amigo, converse com ele e diga como se sente.Se isso for algo muito explosivo,EXPLODA, vai ser bom para tirar um peso de dentro de vc.
SE VC QUER EXPLODIR, DESCONTAR SUA RAIVA E NAO QUISER PERDER A AMIZADDE COM ESSA PESSOA, DEIXE SEU COMENTÁRIO ASSIM:
#falsos amigos
(comentário)
    Espero que isso tenha lhe ajudado e que sirva de dica quando se deparar com situações como essa.
                                                                                Beijos Marii e Andreas
PS: Peço desculpas pela demora para postar algo novo...

sábado, 22 de janeiro de 2011

Quem anda rápido vive mais

Posts da categoria ‘Nenhuma Categoria’


Quem anda rápido vive mais


Run, Forrest, run! Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, descobriram que a velocidade em que você anda pode ser um bom indicador de quantas velinhas de aniversário você vai assoprar na vida. Segundo eles, quem anda rápido tende a viver mais tempo. E dizem isso com base na análise de nove pesquisas anteriores, que examinaram a velocidade, o sexo, a idade, o peso e o histórico médico de quase 35 mil pessoas. Entre elas, as que andavam 1 metro por segundo viviam “consistentemente” mais do que outras da mesma idade, mas que se moviam mais lentamente (a média das pessoas com expectativa de vida normal era 0,8 metros por segundo). E os números foram especialmente precisos entre os voluntários com mais de 75 anos. Não que você vá ganhar uns anos a mais de vida se começar, de repente, a correr por aí. Na verdade, a predileção por andar rápido ou devagar é natural. “Sair e andar mais rápido não significa, necessariamente, que você vai viver mais”, diz a líder do estudo, Stephanie Studenski. A expectativa de vida aumenta porque quem se move com mais agilidade – em especial as pessoas de idade mais avançada – demonstra vitalidade e saúde em dia. “Seu corpo escolhe a velocidade ideal para você, e essa é a sua velocidade, o seu indicador de saúde”.

Vinho , uísque e cerveja causam mais ressaca do que outras bebidas

Vinho, uísque e cerveja causam mais ressaca do que outras bebidas


Se dirigir, não beba, e se beber… beba vodca, por exemplo. Pesquisadores da Brown University, nos Estados Unidos, descobriram que os subprodutos orgânicos da fermentação do vinho, uísque e cerveja possuem um efeito levemente tóxico que potencializa a ressaca já característica do álcool. De acordo com a pesquisa, quanto mais escuros os subprodutos – como no caso do vinho e uísque -, maior a dor de cabeça do dia seguinte. Ui.

Iniciais do seu nome dizem quando vc vai morrer

Iniciais do seu nome dizem quando você vai morrer

"Meu filho vai passar dos 100"
É, seu nome pode te matar. “A atitude de uma pessoa sobre si mesma, assim como o tratamento que ela recebe dos outros, pode ser afetada (de forma pequena, mas mensurável) por conotações positivas ou negativas associadas ao seu nome”, começa um estudo de pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA). “Se nomes afetam atitudes e atitudes afetam a longevidade, então indivíduos com iniciais ‘positivas’ – como G.O.D. (Deus), H.U.G. (abraço), W.I.N. (vencer) e J.O.Y. (alegria) – podem viver mais do que aqueles com iniciais ‘negativas’ – como P.I.G. (porco), S.A.D. (triste), A.S.S. (bunda) e D.I.E. (morrer)”.
A partir de atestados de óbito de mortos na Califórnia entre 1969 e 1995, eles isolaram 2287 homens com as tais iniciais negativas e 1200 com iniciais positivas. Pós-análise, viram que os das boas iniciais viveram, em média, 4,5 anos a mais do que a média de longevidade geral, enquanto os com iniciais negativas morreram 2,8 anos mais jovens. Entre as mulheres, o efeito foi mais leve: um extra de 3,3 anos no grupo positivo e nenhuma mudança no negativo.
Parece loucura? Mas é sério. “Esse fenômeno não pode ser explicado como sendo efeito de gênero, raça, ano de morte, situação socioeconômica nem negligência dos pais”, os caras asseguram. Para explicar, sugerem que ter iniciais positivas afasta a pessoa das causas de morte “com componentes psicológicos óbvios”, como suicídios e acidentes (no caso, acidentes causados por descuido, “falta de amor pela vida”). E aí, as suas iniciais são seguras?

Morar em regiões pobres aumenta a felicidade

Morar em regiões pobres aumenta a felicidade


Que gente triste, né?

Como escolher um lugar para morar com a certeza de ser feliz por lá? “Tem receita?”, você pergunta. Tem sim! (E pode ser vista como politicamente incorreta, mas é ciência.) Anota aí: escolha uma vizinhança rica, mas numa região bem pobre da cidade – é o conselho de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA).
A impressão óbvia é que morar numa região pobre diminui a felicidade da pessoa, ao invés de aumentar, né? E sim, isso é verdade. Mas também há outra verdade a ser levada em conta, segundo os cientistas: comparar as próprias posses com as do vizinho e ver que estamos melhor de vida do que ele faz a gente se sentir bem (por mais feio que seja, é natural).
Então, seguindo essas duas verdades e cruzando dados do censo dos EUA, eles viram a tendência: o americano médio é mais feliz quando mora em vizinhanças de alto padrão (porque a qualidade de vida nelas é melhor), mas que ficam em regiões pobres (para poder se comparar aos outros – e gostar do que vê). Ou seja: é, somos mais felizes quando vivemos entre pessoas de classes sociais mais baixas. Mas desde que elas não estejam perto demais.

Somos mais felizes depois dos 50 anos

Somos mais felizes depois dos 50 anos


Só na curtição


É aos 50 anos de idade, de acordo com um estudo do Departamento de Psiquiatria e Ciência Comportamental da Universidade de Stony Brook, em Nova Iorque, que a fase mais feliz da vida começa. Ou seja: você não precisa mesmo ficar com medo de envelhecer – e nem esperar até os  74 pela alegria geral.
Os resultados – publicados no Proceedings of the National Academy of Sciences – apontam que é nessa fase que os níveis de estresse,  preocupação, irritação e tristeza começam a cair drasticamente. Isso acontece, segundo o líder do estudo, o Dr. Arthur Stone, porque os mais velhos conseguem “regular” melhor as emoções. Além disso, eles tendem a se prender menos do que os jovens às memórias ruins.
O método da pesquisa: cerca de 340 mil norte-americanos com idades entre 18 e 85 anos foram entrevistados por telefone. Eles avaliaram suas próprias vidas de 0 (“odeio a minha vida!!”) a 10 (“eu não poderia estar mais feliz”). Depois, apontaram por quais estados emocionais (alegria, prazer, estresse, tristeza, raiva e preocupação) tinham passado nos últimos tempos.
Os sentimentos positivos, diferentemente dos negativos, apresentaram menos variação ao longo da vida. E, embora o padrão de bem-estar registrado tenha sido similar entre homens e mulheres, o sexo feminino relatou mais tristeza, estresse e preocupação do que o masculino.
Em tempo: sabe qual é a fase mais estressante da vida? Entre os 22 e os 25 anos. A irritabilidade, segundo o Dr. Stone, em geral tem seu pico na adolescência, enquanto a tristeza torna-se mais expressiva na casa dos 40 – antes de cair de vez quando os felizes 50 chegam.

Como você abre seu presente diz muito sobre você

Como você abre seu presente diz muito sobre você



A autora de livros sobre comportamento humano Elayne Kahn resolveu analisar nossa linguagem corporal quando ganhamos presentes de outras pessoas. Com o resultado em mãos, ela montou uma tabela que relaciona o ato a características de nossa personalidade, depois de entrevistar os voluntários que participaram da pesquisa. Veja se você se encaixa em um dos perfis, bem no clima natalino:
Se você chacoalha o presente e tenta adivinhar o que tem dentro – é dramático e precisa ser o centro das atenções. É também um grande contador de histórias.
Se você abre o cartão primeiro – é pensativo e sensível. Não tem atitudes compulsivas – como gastar os tubos no cartão de crédito quando sai às compras. E liga para o que as pessoas pensam sobre você.
Se coloca seus presentes em volta para que todos vejam – adora entreter os outros, é animado e divertido. Divide as coisas com mais facilidade.
Se abre os presentes quando está só – também chora só, não divide opiniões ou sentimentos com os outros. Pode se sentir isolado pelos pares, mesmo não sendo.
Se espera para abrir seus presentes por último – é inseguro e preocupado. Pode se passar por egoísta, mas é pura timidez.